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Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramulose no algodoeiro, em Primavera do Leste – MT

Ano da safra: 2008/09 | Autor: Edson R. de Andrade Junior

A ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) é uma das principais doenças na cultura do algodoeiro, com isso o objetivo do trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle dessa doença em dois cultivares de algodoeiro sob condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X4, 2 cultivares (CD 02-621 suscetível e IAC 25 RMD resistente a ramulose) e 4 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações e 3 aplicações de Piraclostrobin), com 4 repetições, cada uma representada por 4 linhas de 6 m. Foi realizada uma inoculação, na concentração de 2 x 106 conídios/mL, 15 dias antes do início das aplicações dos tratamentos. Foram realizadas até 3 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. As avaliações (escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas), 4, foram feitas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Após análise de variância as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey (5%). Concluiu-se que para a cultivar resistente apenas uma aplicação foi suficiente para o controle de ramulose, já para a suscetível, foram necessárias 3 aplicações para manter a ramulose em níveis aceitáveis (lesão estrelada).

OBS: Trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Fitopatologia/2009.